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Unicórnios brasileiros são afetados de forma heterogênea pela pandemia

De acordo com Bruna Losada, pós-doutora em Finanças para Startups pela Columbia University, de Nova York, e autora do livro Finanças para Startups, os unicórnios brasileiros foram afetados de forma heterogênea pela pandemia. Ela concedeu uma entrevista ao portal especializado Whow! dividindo essas empresas em três grupos.

O primeiro conta com as empresas que cresceram, como o Ifood. “Este grupo que se beneficiou diretamente pela pandemia, cujos modelos de negócio são perfeitamente delimitados para um momento como este no qual estamos vivendo, é o que consideramos quase uma demanda perfeita para este tipo de empresa”, comenta.

No segundo grupo aparecem as empresas que não sofreram por estarem em um momento de formação. “Neste estágio, o choque de demanda não afetou o business. Se a startup estava neste estágio de pré-operação, a pandemia não é uma justificativa para dificuldades”, conta.

Para finalizar estão as empresas que sofreram, mas conseguiram investimento. “Todos sofrem com a pandemia. Se passou com um novo aporte, ela [startup] vai passar de forma tranquila. Mas se entrou sem liquidez, aí você a vê correndo ao crédito. E o crédito é caro para negócios de pequeno porte, sem fluxo de caixa operacional”, descreve.

(Equipe do site)

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