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Setor brasileiro de carnes é o mais preparado do mundo, diz presidente da ABPA

De acordo com o que informou o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, os setores nacionais de avicultura e suinocultura se mostraram mais preparados em relação ao resto do mundo durante a pandemia, graças ao seu alto nível de organização, investimentos e empenho. Ele concedeu uma entrevista ao portal especializado da CarneTec Brasil.

“Nosso nível de organização, investimentos e empenho nos colocou na vanguarda, um dos poucos que seguiram produzindo com a preservação da saúde dos colaboradores, mesmo sob as mais fortes pressões. A experiência dessa década de um bem-sucedido trabalho que alcançamos, seja na tempestade ou na calmaria, juntamente com um time qualificado e harmônico, dá a confiança necessária para ampliarmos, ao longo de 2021, ainda mais nossos horizontes como produtores e exportadores de aves, ovos e suínos, do material genético à proteína”, comentou ele.

Mesmo com a economia sendo afetada, Santin vê um quadro positivo para a pecuária. “Geramos empregos – cerca de 20 mil postos de trabalho apenas no segundo semestre – e renda, divisas e contribuímos para a diminuição dos impactos econômicos da pandemia no Brasil. Neste contexto, foram determinantes as ações de governo para a manutenção da renda por meio de programas de auxílio à população mais afetada, assim como o apoio à manutenção das atividades essenciais, como a indústria de alimentos”, completou.

“Como resultado do enfrentamento deste grave quadro de crise, avançamos no amadurecimento de estratégias ainda mais sólidas de garantia de qualidade e de abastecimento, de preservação da saúde dos trabalhadores e de fomento ao crescimento da produção de proteína animal no país”, concluiu.

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