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Ser disruptivo é obrigatório para todos que empreendem

De acordo com Flavia Pini, CEO na FX Retail Analytics, todos aqueles que querem empreender devem ser disruptivos. Ela explica que uma empresa disruptiva é aquela que, de alguma forma, consegue romper com algo que já é consagrado em sua área e apresentar algo novo.

“O caminho da disrupção começa pelos dados. Eles trazem visibilidade sobre todas as esferas de um negócio, seja da ótica financeira, seja de operações ou de pessoas. São registros que formam um diamante muito valioso, mas que obrigatoriamente necessita de lapidação para obter um ganho real. É neste ponto que entra a inteligência artificial: extrair insights e recomendações de informações estáticas para ter ganhos dinâmicos. O varejista que conseguir implantar soluções como essas terá vantagens exponenciais, tanto de produtividade quanto de lucratividade. É a velha máxima de fazer menos com mais, aumentando a eficiência, precisão e outros benefícios agregados”, afirma, em um texto publicado no portal especializado itforum365.com.br.

No entanto, ela lembra que ser disruptivo não significa que é preciso somente investir em tecnologia. “Tem a ver mais com a cultura e o engajamento do negócio. Além disso, há plataformas cujo legado analógico amedronta qualquer tentativa de mudança que possa mudar o curso da companhia. É preciso ser ousado e confiante não apenas para enfeitar a vitrine, mas mudar do núcleo diretivo para fora. Não basta colocar um provador interativo ou um self check-out – essas iniciativas devem ser o fim de uma estratégia que começa dentro – e não fora – da empresa”, conclui.

(Equipe do site)

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