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Segurança e privacidade devem andar juntas na era do reconhecimento facial

A privacidade deve ser levada em consideração tanto quanto a segurança quando se fala no engajamento e no investimento na era do reconhecimento facial, segundo afirmou Maurício Ciaccio, que é diretor Comercial na Avantia Tecnologia e Engenharia. De acordo com ele, essa tecnologia já passou de tendência para realidade.

“A falta de conhecimento ainda gera dúvidas em relação à falta de privacidade, mas, o fato, é que a tecnologia agrupa uma série de benefícios, principalmente com relação à segurança pública. E este já é um caminho sem volta. É um tema polêmico. Mesmo com todas vantagens, muitas questões podem ser levantadas quanto à privacidade dos indivíduos e sua liberdade de ir e vir. Resumidamente, a solução consiste em mapear a imagem do rosto de um indivíduo, gravando as distâncias entre pontos específicos, baseando-se pelos olhos, boca e nariz”, escreveu ele, em um artigo publicado no portal especializado itforum365.com.br.

No entanto, o especialista chama a atenção para que a ferramenta não seja utilizada para o autoritarismo, como os atos da China, que escaneou os rostos da população para dividi-la em etnias. “Com certeza é um assunto delicado, sim. Mas, com isonomia, políticas claras e fiscalização eficiente, é possível usar a biometria facial para evitar crimes, otimizar serviços e aumentar a segurança de todos, seja em espaços públicos ou ambientes privados. Privacidade e segurança caminhando juntas a favor do bem comum”, concluiu.

(Equipe do site)

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