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Reestruturação da educação pode aumentar competitividade

Especialistas apontam que existe uma defasagem no estudo brasileiro, principalmente no que se refere à engenharia e por novos negócios. De acordo com Wesla Monteiro, copresidente no Mapa Educação, muito além da capacidade de fazer contas ou listar fatos históricos, as soft skills tornam-se cada vez mais importantes.

“Pensamento crítico: hoje temos muita informação o tempo todo, a internet é um canal super aberto, e precisamos ter senso crítico para realizar uma curadoria do que faz sentido na nossa trajetória. Iniciativa: estamos em um mundo onde o mercado exige iniciativa e pró-atividade para a resolução de problemas. Autoconhecimento: se nos conhecemos, sabemos onde conseguimos aplicar nossas melhores habilidades da maneira mais efetiva para ajudar mais”, comenta.

Além disso, André Tanesi, CEO & co-founder na Descola, defende que as competências humanas nunca poderão ser substituídas pelas máquinas, e também cita algumas que devem ser desenvolvidas desde a idade escolar. “Aprender a aprender: com tantos recursos disponíveis na internet e com as constantes mudanças que presenciamos, é necessário que sejamos protagonistas da nossa própria aprendizagem. Relacionamentos interpessoais: a maneira como nos comunicamos já não é mais a mesma do que há alguns anos. Como podemos ser cada vez mais inclusivos na nossa comunicação? Adaptabilidade: essa é uma competência que nunca nos é ensinada, mas é essencial para nos desenvolvermos pessoal e profissionalmente”, conclui.

(Equipe do site)

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