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REAL É A TERCEIRA MOEDA QUE MAIS DESVALORIZOU

Um levantamento feito pelo ‘Estadão/Broadcast’ mostrou que o real é o terceiro que mais se desvalorizou entre 47 moedas analisadas. Apesar da expectativa de redução de juros nos Estados Unidos terem pressionados a maioria das moedas, o real ainda sofre com mais um agravante que é a incerteza eleitoral. 

O real só foi ultrapassado pelo bolívar venezuelano, que desvalorizou devido à crise humanitária, e o rublo russo, que é afetado pela incerteza geopolítica. Após o dólar subir 5,2% em abril, em comparação com o real brasileiro, não apenas 33 moedas ao redor do mundo foram afetadas como também ficou mais evidente ainda que muitos problemas domésticos fazem o Brasil ter a moeda mais desvalorizada que os outros. 

Uma pesquisa realizada recentemente pelo BofA Merrill Lynch mostrou que 45% dos entrevistados acreditam que as eleições são os maiores riscos para a América Latina, sendo que Brasil e México, as duas maiores economias da região, escolherão novos presidentes em outubro. Segundo o BofA Merrill Lynch, 56% dos entrevistados acreditava na vitória de um candidato reformista do centro direita, avaliação que se mantém em alta mesmo após uma pequena queda observada em abril, quando 42% dos entrevistados acreditavam nesse cenário. “Cerca de metade diz que há mais de 50% de chance de um candidato de centro-direita vencer e porcentual similar diz que a reforma da Previdência será aprovada em 2019”, avalia a pesquisa. 

Economistas do Itaú Unibanco disseram, em relatório, que acreditam que as recentes pesquisas eleitorais realizadas pelo Datafolha confirmam que “as eleições permanecem sem um claro favorito”. O maior banco privado do Brasil afirma que “as incertezas estão maiores” devido aos tropeços econômicos do País.  

(Equipe do site)

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