Insira sua pesquisa e pressione ENTER

O STF e a contraindicação das redes sociais – por Alex Pipkin

Certamente que uma das mais nefastas contraindicações das redes sociais, é que elas deram “voz” a uma imensidão de idiotas e à grupos formados por imbecis inconsequentes.

Agora um bando de “inteligentes” proclama a extinção do STF.

Meu DEUS!

Não é a instituição STF, importantíssima, que deve desaparecer (nunca!), mas sim aqueles togados interessados em seus próprios umbigos e daqueles de seus amigos!

Em qualquer sociedade moderna, um supremo tribunal, de verdade, significa e simboliza à garantia e à proteção dos acordos, das regras que estruturam o comportamento num contexto social, sejam essas regras de cunho político, social ou econômico.

Exatamente pela volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade dos contextos econômicos e sociais, é que deveríamos rogar pela mudança – possível – da estrutura, composição, processo de condução, entre outros, dos membros da suprema pequena corte nacional.

Como as instituições são influenciadas igualmente pelas mudanças ambientais, a população deveria pressionar por um conjunto de cidadãos togados que fosse composto de reais especialistas, com notório saber em julgar leis transparentes e adequadas (pois é!!)!

Muitos dos “novos sábios” das redes, no entanto, não compreendem que precisamos estar sempre alertas, fiscalizando e pressionado por aquilo que o tecido social considerada correto e moralmente satisfatório.

Afinal, o STF também é aquele que dá o tom dos incentivos – ou desincentivos – que estruturam e indicam como os indivíduos podem melhor decidir sobre suas vidas.

doutor em administração

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *