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O que seria um futuro “figital”?

De acordo com Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting, o futuro é propício para termos um mundo “figital”, ou seja, o físico convivendo com o digital. Para ele, a digitalização chegou para ficar em nossas rotinas.

“O Brasil é um país ‘físico’: apesar de usarmos o digital e termos uma relevância monstruosa no uso das redes sociais, ainda privilegiamos o mundo real. Isso quer dizer que no pós-pandemia valorizaremos muito ações como ir à praia, sair para fazer compras, nos encontrar com colegas. O pós-pandemia continuará sendo majoritariamente físico no Brasil em diversos pontos: no varejo, em transações financeiras. O ser humano é, acima de tudo, humano. E isso presume contato e presença física”, comenta.

Portanto, ele espera um casamento entre o universo digital e o mundo físico, com interações humanas reais. “Quando analisamos a pirâmide social brasileira e seu nível de acesso à serviços básicos, desde o saneamento até a abertura de contas em bancos, encontramos um público fora da bolha das big techs e do mundo corporativo: pessoas que representam um grande percentual da população e estão no trabalho informal e esses foram os grandes prejudicados com a pandemia. Essas pessoas, sim, estão no mundo real. E para elas a tecnologia, apesar de um facilitador, não substitui as interações presenciais”, conclui.

(Equipe do site)

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