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O país da Vanguarda do Atraso – por Alex Pipkin

Tem horas que o copo transborda e dá vontade de ter “um dia de fúria”.

Os países asiáticos, tais como Japão, Coreia do Sul, Taiwan e até mesmo a China, estão centrados na questão do desenvolvimento tecnológico, na ciência, na transformação da educação para os tempos de economia da digitalização, enquanto que a terra brasilis continua focada em não perder a oportunidade de perder mais uma oportunidade para não procrastinar com as reformas estruturantes e evoluir.

Nesse país de apedeutas metidos a modernos e inteligentes, se discute o banheiro para trans e drag queens, a educação sexual para crianças, os processos de quase quatro anos de um larápio – que todo mundo sabe que é ladrão, e existem provas cabais – tentando comprovar o incomprovável, pois ele é mesmo um grande larápio, mais intervenção governamental na economia, prejudicando empresários e empregos, à possibilidade de governadores despreparados aumentarem impostos, dificultando a vida de todos, especialmente dos mais pobres, a agenda “progressista” nas empresas, e uma série de outras questões, para dizer o mínimo, secundárias.

Esse país é uma bagunça, em que ninguém se entende, e inexiste planejamento em níveis e temas estratégicos – tais como a produtividade, a educação e a liberdade econômica – para gerar investimentos e um futuro melhor para todos.

Na verdade, nessa terra das bananas, os bondosos retoricamente dizem ajudar o povo – que povo que nada! – punindo os investidores, os empresários e os empreendedores, em especial, se esses forem estrangeiros.

Este BANDO DE POLÍTICOS E HOMENS E MULHERES DO ESTADO, na sua grande maioria, só desejam o melhor para eles próprios, e o corolário de todas as suas grandes iniciativas para salvar o povo das garras de “capitalistas selvagens”, como agora na pandemia – é elevar a tributação para os comuns – seja no presente e/ou no futuro.

Evidente, eles precisam comer lagostas regadas a vinhos premiados, e nós, os comuns, ficamos com o pão para fazer o show circense continuar.

O historiador Henry Thomas Buckle afirmou que “grandes mentes discutem ideias, mentes medianas discutem eventos, mentes pequenas discutem pessoas”.

Sim, mas nesse reino do faz de conta, mentes pequenas que se acham grandes, só discutem pequenas coisas. Pavoroso.

doutor em administração

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