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“O digital anabolizou a polarização”

O diretor-executivo de conhecimento no Grupo Padrão, Jacques Meir, “o digital anabolizou a polarização, permitiu a criação de novos negócios e não vai parar por aí”. Para ele, este formato ganhou evidência com a pandemia, já que “trabalhamos por meio digital, nos conectamos, nos entretemos, pedimos comida, discutimos, lemos, decidimos, erramos e acertamos usando plataformas digitais”.

“O digital está em toda parte. Ele parece o ar que respiramos, alcançou as nuvens e agora flui incontrolável por celulares, relógios, automóveis, notebooks, geladeiras, totens, elevadores, catracas, cartões, lojas, bancos, empresas e urnas eletrônicas. Ele coloca nossas palavras em texto e transforma textos em voz, decifra nossos comandos, nos lembra de fazer ginástica, de acordar no horário, seleciona playlists e registra a nossa vida”, comenta.

Segundo ele, o digital é uma espécie de matéria imaterial, na medida em que depende de máquinas para se manter e se disseminar, para operar e executar. “Por meio do dele, foi possível mapear negócios e procurar formas de desconstruir a realidade física percebida e com a qual a maioria de nós aprendeu a lidar. Aos poucos, sem sobressalto, o digital foi percebendo formas de diluir as fronteiras entre negócios e tarefas tradicionais, dando formas a novos meios de transação, relacionamento e vendas”, completa.

(Equipe do site)

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