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Marco Feliciano, a boca mais cara da Câmara, é expulso do Podemos

O pastor e parlamentar Marco Feliciano, que usou R$ 157 mil do suado dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros para “reformar” a própria boca, foi expulso do Podemos. A decisão unânime é do Diretório de São Paulo. Ele prega na Catedral do Avivamento, uma igreja neopentecostal ligada à Assembleia de Deus.

Entre as acusações que levaram à expulsão do deputado federal está a dinheirama investida nos próprios dentes, mas também “o apoio irrestrito ao presidente Jair Bolsonaro, denúncias de assédio sexual no gabinete, recebimento de propina, pagamento a supostos funcionários fantasmas e até comentários sobre o cantor Caetano Veloso”, diz o Estadão.

Na época da “reforma” bucal, que gerou críticas pela desfaçatez de gastar tanto de um dinheiro que não é dele para melhorar o sorriso, Feliciano disse que sofria de “bruxismo”.

O Podemos cada vez mais quer ser o partido da Lava Jato e se afastar do bolsonarismo, diz o jornal.

“Para mim, o que acontecer está bom. Que o eleitor julgue o caso. Um partido expulsa um deputado por apoiar um presidente da República. Aí, não tem mais o que fazer” se defendeu Feliciano no início do mês.

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