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Inovação tecnológica não parou na quarentena

A inovação tecnológica no Brasil não ficou estagnada durante a quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus, segundo afirmou Werter Padilha, que atua há mais de 35 anos na área de TI, CEO das empresas Taggen Soluções IoT e Sawluz, empresas especializadas em soluções IoT/IA e processos logísticos/EDI. Ele escreveu um texto que foi publicado no portal itforum365.com.br.

“Do lado governamental tivemos, no período, vários editais e processos seletivos vindos de organizações como Finep, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Senai, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com apoio de parques tecnológicos, aceleradoras e empresas. Projetos visando Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, big data, indústria 4.0, health tech, entre outras tecnologias. Já do lado da iniciativa privada, vale lembrar que os investimentos de Venture Capital (VC) também se mantiveram, onde startups de tech e empresas mais maduras continuaram recebendo aportes no período, considerando que só o Brasil representa mais de 50% do volume de negócios de VC da América Latina. Somos uma potência!”, escreveu.

Nesse cenário, um edital importante foi promovido por meio de uma parceria entre o SENAI, a ABDI e a Embrapii, que selecionou mais de 30 projetos destinados a prevenir, combater ou tratar os efeitos do novo coronavírus, nos quais vão investir R$ 27,7 milhões. “Vale a pena ver os projetos a serem investidos e observar a criatividade e inovação destes. Impressiona! Ainda na busca de mitigar o Covid-19, temos o Polo Tecnológico do Porto Digital em Recife que, junto com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), selecionaram startups para projetos de inovação aberta a fim de criar soluções para o enfrentamento à pandemia pensando em implementação em curto prazo”, completou.

“Outra iniciativa que vale citar foi o desafio, realizado pela 100 Open Startups, em busca de soluções inovadoras nas mais variadas áreas, como trabalho a distância, saúde e tratamentos, varejo, comércio e logística, educação, mobilidade”, concluiu.

(Equipe do site)

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