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“Inovação depende de empresas, universidades e governos”

Para o País conseguir êxito no quesito inovação, será preciso um direcionamento para tal na tríplice hélice formada por empresas, universidades e governos, afirmou Sergio Risola, que é diretor-executivo do Cietec. De acordo com ele, no entanto, é preciso ter em mente as limitações que o poder público enfrenta, principalmente em tempos de crise como esta.

“Nesse contexto, o período em que vivemos está demonstrando a fundamental importância de organismos do Ecossistema de Inovação como Parques Tecnológicos e Incubadoras que aproximam e verdadeiramente misturam startups de universidades, institutos de pesquisa, indústrias e de tantas outras organizações. Destaco a contribuição dos Institutos de Pesquisa, como o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) E o TECPAR (Instituto de Tecnologia do Paraná), que estão trazendo muitas soluções inovadoras para a sociedade”, escreveu, em um texto publicado no portal especializado itforum365.com.br.

Para ele, um problema recorrente é o fato de o Brasil investir pouco em inovação. “De acordo com Índice Global de Inovação, uma medição global do nível de inovação de cada país, a média de investimento em inovação é de 2,3% do PIB (Produto Interno Bruto). No Brasil, o investimento é de 1,28%. Desse total, as organizações públicas, como universidades, incubadoras e programas de incentivos estatais, recebem investimentos da ordem de 0,64% do PIB para pesquisas e desenvolvimento de produtos e serviços. Já as empresas e instituições privadas, contribuem com o mesmo percentual, 0,64%”, concluiu.

(Equipe do site)