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GRUPOS QUE PEDEM INTERVENÇÃO MILITAR FORAM RESPONSÁVEIS POR ATAQUE A CAMINHÕES DA PETROBRÁS

A BR distribuidora afirmou que uma ação judicial da empresa ligou os responsáveis pelo ataque de seus caminhões, em fevereiro desse ano, com grupos que pedem intervenção militar. A informação foi divulgada através de uma petição da empresa. 

De acordo com a Petrobrás, foram alvo dos ataques as bases de Fortaleza, no Ceará, Cubatão, em São Paulo, Duque de Caxias, no Rio de Janeiro e Araucária, no Paraná. “O intuito dos manifestantes, mesmo alegando a ‘pacificidade’ do movimento, é unicamente impedir o carregamento de caminhões tanque da Petrobrás Distribuidora para o fornecimento de produtos a postos revendedores, aeroportos e órgãos públicos com a finalidade de chamar atenção para a causa”, informa a petição. 

Em entrevista para o jornal Folha de São Paulo, um dos responsáveis pelo bloqueio, Ivanir Ramos, de Santa Catarina, disse que o intuito era de impedir o abastecimento de combustível nas regiões próximas das distribuidoras. Ramos afirma ainda que existiam membros do movimento pró-intervenção militar em 140 pontos do protesto dos caminhoneiros e que eles buscavam impedir uma trama política dos partidos de esquerda que, segundo ele, estariam tentando forçar as próximas eleições.  

“Não somos infiltrados que estão prejudicando as pessoas de ir trabalhar, não. Nós nos infiltramos no meio para reverter essa situação [trama política]. Nós temos aproximadamente 687 pessoas infiltradas. Só do nosso movimento”, finaliza. 

(Equipe do site)

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