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Gerenciamento de dados demanda mais atenção das empresas

O debate sobre como a disponibilização dos dados de usuários na internet afetam a privacidade ao mesmo tempo em que auxiliam as empresas, fez com que essas companhias começassem a prestar mais atenção nessa questão. De acordo com André Ferraz, que é CEO da In Loco, 2019 é o ano da privacidade. 

“As consequências disso estão sendo sentidas no mundo todo. Em 21 de janeiro, a França multou o Google em 52 milhões de dólares por violar as leis de privacidade do continente europeu. Enquanto isso, em solo norte-americano, uma instituição chamada Federal Trade Commission (FTC) estuda punir o Facebook em USD 225 milhões pelos danos do caso Cambridge Analytica – multa recorde em ocorrências do tipo. Ainda há um longo caminho a ser percorrido. E o Brasil está dando seus primeiros passos”, escreveu ele, no portal especializado itforum365.com.br. 

Nesse sentido, ele explica que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) coloca o Brasil como um dos únicos países do mundo a ter uma legislação específica para isso. “Jornalistas, pesquisadores, usuários, ativistas e legisladores estão cada vez mais preocupados com as consequências da metodologia presente no mercado atual, onde impera a lógica de que a privacidade é o preço que deve ser pago por serviços que oferecem personalização e comodidade ao consumidor final”, indica.

“O resultado são bancos de dados cada vez mais robustos que armazenam nossos nomes, rostos, e-mails, telefones, conversas pessoais, preferências, amigos, familiares, localização, voz… A lista é infinita”, conclui.

(Equipe do site) 

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