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Estudo cita fatores disruptivos para mobilidade no Brasil

O relatório “Mobilidade 2030: transformando o cenário urbano”, produzido pela KPMG, listou uma série de fatores disruptivos para a mobilidade no Brasil e no mundo. Segundo a consultoria, devem emergir modelos de negócio diferentes.

O primeiro fator citado foram os veículos elétricos. “Do ponto de vista do consumidor, a incorporação dos carros elétricos variou de maneira significativa de país para país, muito em função das políticas locais. Na Noruega, por exemplo, os subsídios a esse tipo de veículo fizeram com que 40% das vendas de novos veículos de passageiros fossem de carros com baterias elétricas (BEVs) ou veículos híbridos plug-in (PHEVs) em 2017”, disse o portal especializado Whow!, comentando o estudo.

Os veículos conectados e autônomos também são um fator preponderante. “O progresso em direção aos veículos altamente automatizados (nível 4) continua ininterrupto. Pelo menos 15 fabricantes de veículos tradicionais comprometeram-se com o lançamento de veículos autônomos no nível 4 entre 2019 e 2025, prevendo-se que a maior parte das primeiras utilizações seja em áreas urbanas”, completa.

Por último, o estudo cita a mobilidade como serviço. “Na Pesquisa Global dos Executivos do Setor Automotivo de 2019 da KPMG, a diminuição no número de proprietários de veículos é compartilhada por 39% dos consumidores pesquisados, que mostra que metade dos proprietários de carros, hoje, diz que não terá um veículo pessoal até 2025”, conclui.

(Equipe do site)

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