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Empreendedores retomam controle de suas startups com o acquichire

A prática do acquichare, que ocorre quando as startups entram em falência e são recompradas pelos fundadores de partes da empresa que já haviam sido vendidas para investidores e aceleradoras, está recolocando essas empresas nas mãos dos empreendedores. Isso porque, muitas startups acabam fechando, mesmo com boas ideias, porque o orçamento é baixo.

“Convencer os investidores a abrir mão da empresa pode não ser uma tarefa fácil. A maior dificuldade é calcular quanto dinheiro foi arrecadado e em quantas rodadas, quais os direitos dos investidores e como fica a estrutura do conselho da organização. Aqui no Brasil, a Lei Complementar 155/2016 deu um passo importante ao estabelecer regras para o investimento-anjo em micro e pequenas empresas”, disse o portal especializado Whow!.

Com a lei determinando uma diferença entre investimento-anjo e participação societária, os investidores se sentem mais tranquilos. “Eles não são responsáveis pelas obrigações da empresa, e o empreendedor garante que o controle da startup continuará em suas mãos, já que o investidor-anjo não tem o direito de interferir na condução da empresa”, conclui.

(Equipe do site)

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