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Educação 4.0 tem exigido metodologias ágeis

O mercado de trabalho tem exigido profissionais cada vez mais proativos e com metodooigias ágeis, principalmente para o setor da educação 4.0. De acordo com Orlewilson Maia, pesquisador e professor da Faculdade Martha Falcão, os formatos convencionais de educação podem ser comparados à clássica metodologia cascata, em que a interação com o cliente (no caso, aluno) acontece apenas no começo e no fim do processo.

Para Débora Garofalo, professora da rede pública há 15 anos e a primeira mulher sul-americana a ser finalista no Global Teacher Prize, considerado o Nobel da educação, o novo coronavírus acentuou a necessidade dos professores de se reinventarem. “Como professora, sei que nada substitui o calor humano, o contato físico com os estudantes, mas é fato que a tecnologia já vinha sendo cada vez mais vivenciada pelos alunos. Por isso, ela não deve ser encarada como um fim em si mesmo, mas como um leque de possibilidades”, disse.

“Na Educação 4.0, o papel do professor é de mediador, de colaborador. Ele não sabe tudo, mas tem que estar disposto a aprender e a ajudar os estudantes a assumirem esse protagonismo. Segurança e respeito são a base para a colaboração em sala de aula”, concluiu.

(Equipe do site)

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