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Desigualdade de renda bate recorde

A desigualdade de renda dos trabalhadores brasileiros acabou crescendo pelo 17º trimestre consecutivo e atingiu o seu maior nível em, pelo menos, sete anos. Foi isso que informou um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), que foi divulgado pelo Valor Econômico.

Nesse cenário, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita do trabalho subiu de 0,625 no quarto trimestre do ano passado para 0,627 no primeiro trimestre deste ano, segundo o (Ibre/FGV). Para estipular esse número, os economistas do Instituto consideram um indicador que mede a desigualdade numa escala de zero a um, sendo zero a igualdade perfeita.

Para Daniel Duque, pesquisador do Ibre/FGV e autor do levantamento, a lenta melhora do mercado de trabalho nos últimos anos foi concentrada nas pessoas com melhores qualificações. “O desalento vem batendo recorde e ajuda a explicar por que, mesmo com redução do desemprego no ano passado, a desigualdade seguiu crescendo. São pessoas que estão em domicílios já de menor qualificação, de menor renda, e que desistiram de procurar trabalho”, comenta.

(Equipe do site)

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