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Demanda por profissionais de cibersegurança cresce

De acordo com um relatório recente da (ISC)², existe um grande interesse das empresas em profissionais de tecnologia, mas ainda falta mão-de-obra qualificada. Nesse contexto, o It Fórum indica que pelo menos 600 mil vagas não preenchidas em cibersegurança na América Latina e o número de ofertas tende a continuar em ascensão.

“Há dez anos, ser o responsável pela segurança digital de uma empresa significava cuidar da instalação dos antivírus, fazer backups, atualizar os sistemas e ainda cuidar do bloqueio de acesso a sites e redes sociais. Atualmente, essa realidade é outra. A função dos profissionais de cibersegurança é saber equilibrar a necessidade de inovação da empresa com a continua proteção do negócio. Neste contexto, este profissional precisa lidar com uma novidade por dia, sejam elas tecnologias, ameaças ou técnicas de defesa. Se atualizar e se especializar é um desafio regular para acompanhar as rápidas mudanças do setor”, explica Claudio Martinelli, diretor-executivo da Kaspersky para a América Latina.

As companhias buscam profissionais que sejam proativos em relação aos ciberataques. “Vimos o valor do profissional especializado nesta pandemia. Empresas que estavam trabalhando em pesquisas ligadas ao coronavírus (cepas previamente conhecidas), puderam adaptar o trabalho para agilizar a criação de uma vacina segura e eficaz contra os vírus que nos colocaram nesta situação. Um paralelo à segurança corporativa sé dá em um contexto um pouco mais simples, pois mesmo os ataques de ransomware que estão assustando algumas empresas usam técnicas conhecidas e que já existem maneiras de preveni-las. Porém, quem tem os recursos humanos especializados à disposição tem a vantagem”, destaca Martinelli.

(Equipe do site)

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