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Contribuição das empresas ao INSS pode mudar

A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, que trabalha atualmente no texto da reforma da Previdência, está estudando a criação de uma nova contribuição das empresas para financiar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). De acordo com uma promessa feita por Guedes durante a sua posse, a ideia é substituir a atual cobrança de 20% sobre a folha de pagamentos, considerada muito alta.

Nesse cenário, os descontos sobre os salários dos trabalhadores de baixa renda também podem ser amenizados. Além disso, o governo estuda a redução da alíquota mínima cobrada no INSS, de 8% para 7,5%, e um aumento para aqueles que recebem um valor mais alto, dos atuais 11% para até 14%.

Para o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, é necessária uma ampla desoneração para as empresas, seguida da criação de um imposto único sobre movimentações financeiras. Com isso, ele afirma que essa seria uma forma possível de compensar a perda na arrecadação. “O importante é ter potência fiscal para resolver o problema”, disse Guedes na terça-feira (5), depois de um encontro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

(Equipe do site)

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