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Conheça as ONGs negacionistas mais perigosas

O biólogo Luis Ventura, especialista em biotecnologia, biossegurança e comunicação científica, apontou quais são as organizações não governamentais (ONGs) mais radicais e perigosas em operação na América Latina. De acordo com ele, o ativismo negacionista da ciência e tecnologia “não perdeu força” e vem recrutando fanáticos nas periferias e até mesmo nas universidades, alimentando o ódio contra a biotecnologia.

Confira os “três piores infratores” denunciados por ele:

Via Campesina

O grupo aperfeiçoou uma estratégia de campanha agora extremamente popular visando grupos vulneráveis, tais como pequenos agricultores, sem-terra, mulheres rurais, migrantes e comunidades indígenas. A tática é demonizar as ferramentas e técnicas modernas de produção de alimentos pelos problemas que elas realmente ajudam a resolver, tais como as mudanças climáticas. Ao fazer isso, a Via Campesina está negando aos grupos vulneráveis que se preocupa tanto com o acesso a tecnologias que comprovadamente combatem a pobreza no mundo em desenvolvimento.

Biodiversidad LA

Nos últimos 25 anos, Biodiversidad en America Latina y el Caribe (Biodiversidade da América Latina e Caribe), mais conhecida na região como Biodiversidad LA, vem disseminando mitos e desinformação sobre o uso de transgênicos e pesticidas, biopirataria e pecuária. O grupo endossa a agroecologia, um termo mal definido frequentemente usado por ativistas para promover técnicas agrícolas antigas em detrimento das mais recentes ferramentas baseadas na ciência que os produtores desejam usar.

UCCS

A Union de Cientificos Comprometidos con la Sociedad (União dos Cientistas Preocupados com a Sociedade), mais conhecida como UCCS, é um grupo anti-OGM com sede no México. Fundada em 2004 por um grupo de cientistas mexicanos bem conhecidos como céticos sobre OGM, a organização recentemente transferiu várias de suas figuras-chave para cargos reguladores federais no Ministério da Ciência, Meio Ambiente e Agricultura. Esses ativistas que se transformaram em reguladores trabalharam diligentemente para proibir o milho, a soja e o algodão GM, bem como o herbicida glifosato. Eles também fizeram cortes significativos no financiamento de pesquisas para produtos de biotecnologia.

(Equipe do site)

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