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Como trabalham as agfintechs?

O ecossistema de startups vem evoluindo cada vez mais, com empresas que se dividem entre fintechs (do setor financeiro), healthtechs (saúde), retailtechs (varejo), agtechs (agronegócio), lawtechs (jurídico), foodtechs (alimentação), edtechs (educação), construtechs (construção civil), hrtechs (recursos humanos), insurtechs (seguros) e govtechs (serviços para o governo). No entanto, atualmente o setor agrícola vem ganhando também as agfintechs, uma nomenclatura que mistura a agricultura com fintech, e que engloba as empresas que oferecem serviços financeiros para o setor.

De acordo com o portal especializado Whow!, a soma de bens e serviços do agronegócio em 2019 chegou a R$ 1,55 trilhão, o que representa 21,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. “Dentre do agro, o segmento mais representativo é o agrícola, que corresponde a 68% desse valor (R$ 1,06 trilhão). Depois, a pecuária corresponde a 32%, ou R$ 494,8 bilhões”, comenta o portal.

“Em 2020, mesmo com o tombo recorde do PIB brasileiro – queda de 9,7% no segundo trimestre frente aos três meses anteriores –, o agronegócio foi a exceção, conseguindo desempenho positivo: crescimento de 0,4%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”, completa.

Dentre as principais empresas do setor no Brasil, o portal Whow listou algumas, como a Aegro, Agrofy, Agronow, DuAgro e TerraMagna. A única estrangeira no bolo é a Agrofy, que foi fundada em 2015, na Argentina, por Maximiliano Landrein e Alejandro Larosa, é um marketplace para o agronegócio que atua na América Latina. Ela veio para o Brasil em 2018.

(Equipe do site)

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