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Brasileiros: Menos desejos e mais realidade! – por Alex Pipkin

Crenças e ideologias são inimigas dos fatos. Paixões e verdades imaginadas sobrepõem-se a realidade!

O locus fértil para a doutrinação são escolas e universidades. Jovens idealistas, inexperientes em relação às coisas da vida e suas contradições. Presas mais vulneráveis para qualquer tipo de doutrinação. Discurso de recrutamento sedutor da “possibilidade de mudar o mundo”, aliado ao comportamento de manada, conduz a manipulação e a conquista de militantes engajados.

Instituições de ensino foram tomadas pela ditadura do pensamento – único – esquerdizante – que censura e critica visão de mundo, em que o indivíduo e não o Estado paternalista é o responsável pelos incentivos e êxitos e/ou fracassos quanto suas escolhas e objetivos de vida.

É pelo conhecimento amplo e geral que o indivíduo verdadeiramente alcança sua liberdade, especialmente, da escravidão imposta por ideologias perversas.

A avaliação no Pisa, escancara o infeliz resultado da confusão premeditada entre educação e doutrinação. O foco na “pedagogia do oprimido” e sua visão bondosa de um mundo “irreal” produziu resultado desastroso: uma nação de analfabetos funcionais e aguerridos militantes de esquerda.

A educação, que tem o propósito de ensinar as pessoas a pensar, de maneira livre e independente, no país tornou-se a principal fonte de escravidão intelectual.

Pouca gente dá-se conta de que esse desfecho na educação, é aquilo que vem corroendo a vida e o desenvolvimento econômico e social do país.

A cultura do bom-mocismo, do falacioso amor ao próximo holofotizado, não só retira o centro dos fundamentos na educação – ensino “duro” em ciências, matemática, português – como também inverte valores adequados para o crescimento nacional – de todos!

Reivindicações identitárias e direitos (des)humanos assumiram protagonismo irreal como agenda estratégica no país. Aqui convive-se com mazelas como a fome e o desemprego, p.e., preferenciais para o ataque em benefício de todos!

Grupos minoritários acabam por derrapar no desejo de que seus direitos “superiores” sejam indiscutivelmente priorizados. A propósito: qual o grupo “superior”? Negros, gays, adeptos do catolicismo ou ateus? Explosivo potencial para extremismos de esquerda e de direita.

O foco apurado – e ações – deve estar na primazia do interesse público, da identidade brasileira! Na geração de economia livre, baseada em amplo conhecimento que qualifique o pensar individual e coletivo, possibilitando mais incentivos à associação entre pessoas, mais emprego, renda e maior prosperidade nacional.

A história das civilizações atesta como os Estados Unidos tornaram-se o país mais desenvolvido e democrático do mundo apoiado nesta realidade.

Chega de confundir desejo com realidade!

doutor em administração

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