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Brasil está usando Hidroxicloroquina em pacientes graves, admite Ministro da Saúde

O Brasil já está fornecendo Hidroxicloroquina (ou Cloroquina) para pacientes graves de coronavírus, os “entubados”, disse hoje em videoconferência com empresários o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. (veja o vídeo abaixo)

Ele reconheceu que o governo federal validou a medicação utilizada para malária, lúpus, artrite, entre outras doenças.

“A gente já estava participando do estudo. Já validamos. Temos capacidade de produção. Já estamos produzindo e já está na prateleira dos pacientes graves”, informou.

Ele respondeu a um questionamento do empresário Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da Península Participações.

“Tudo que está saindo em ciência mundial, nós estamos ligados diretamente com as melhores academias do mundo. E estamos fazendo parte dos trials (testes)”, disse Mandetta.

A Hidroxicloroquina ganhou notoriedade mundial na conferência de imprensa da Casa Branca  desta quinta-feira, quando o presidente dos EUA fez referência muito positiva à droga.

“Têm mostrado resultados muito encorajadores” disse Donald Trump. “Vamos tornar esta droga disponível quase imediatamente…” informou ele, que também citou o Remdesivir, um remédio antiviral ainda em experimento.

Em relação à Hidroxicloroquina, o FDA [órgão regulador dos medicamentos nos EUA] está aumentando os estudos para que o medicamento possa ser efetivamente indicado aos pacientes com coronavírus.

Alguns testes foram considerados promissores no tratamento de pacientes com a Covid-19.

Apesar da empolgação, o ministro Mandetta fez um alerta de que o medicamento ainda está sendo experimentado, “tem muitas limitações” e “muitos efeitos colaterais”.

Ele também pediu que a população não saia comprando o produto.

“É indicado para casos graves e entubados… É fake news a informação de que temos um comprimido que toma e sara. Não tem”, afirmou.

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