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Avanço da tecnologia exige educação disruptiva

O avanço acelerado da tecnologia exige que os profissionais se atualizem constantemente, o que acabou levantando a pauta da educação disruptiva. De acordo com o professor e doutor José Carlos Securato, fundador da escola de negócios Saint Paul, nesse sistema o aluno é o programador do seu processo de aprendizado.

“O adulto aprende de forma diferente da criança: se ele não quiser aprender, não adianta. Então, ele precisa ter esse desejo e compreender qual o benefício que tem ao aprender alguma coisa. O segundo ponto importante é aprendizagem ao longo da vida. Ninguém sabe hoje o que precisa aprender, então você precisa aprender a aprender qualquer coisa. E o último tema que embasa a questão da educação disruptiva é a Heutagogia, ou seja, o processo de aprendizado passa a ser motivado pelo autodesenvolvimento”, detalha José Carlos, em entrevista ao portal especializado Whow!.

Para ele, a democratização é a chave. “No conceito de educação disruptiva que eu desenvolvi, a gente democratiza a aprendizagem. É isso que eu defendo: que as novas tecnologias permitam que a gente faça a disrupção na educação”, conclui.

(Equipe do site)

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