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Ainda existem pontos a serem discutidos sobre o 5G

Com a expectativa de que o leilão do 5G ocorra em 2021, existem alguns pontos que precisam ser melhor trabalhados, segundo afirmou André Gatti, que é diretor de Telecomunicações, Mídia e Tecnologia da Cognizant no Brasil. Um deles, segundo o especialista, é a previsão de leilão de blocos regionalizados, reservando espectro para prestadores de pequeno porte (PPPs).

“Outro ponto que não está diretamente ligado ao leilão, mas tende a afetar o volume de investimentos das operadoras no 5G, é a possibilidade da migração do modelo de concessão para o modelo de autorização pelas operadoras de telefonia fixa, pois isso pode liberar investimentos em fibra, essenciais para a infraestrutura de transporte do 5G. Nesse ponto, foi aprovado em 2019 o PLC 79, que ainda precisa ser regulamentado, incluindo a definição de como serão calculados os valores dos bens reversíveis”, comenta ele, em um texto que foi publicado no portal especializado

Além disso, as operadoras também aguardam com grande expectativa uma definição sobre a legislação para instalação de antenas. “Uma alternativa em análise é a do silêncio positivo, que nada mais é do que, na ausência de resposta para uma solicitação de licenciamento de antena, as operadoras poderiam iniciar a instalação em caráter provisório. Também se discute a necessidade de licenças para pequenas antenas, que podem ter papel importante no 5G”, conclui.

(Equipe do site)

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