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Abuso de CCs no gabinete: Prefeitura de NH responde

Neste sábado, em novo artigo assinado no site Opinião & Crítica, o jornalista Ianker Zimmer denunciou gastos abusivos com CCs (cargos comissionados) no gabinete da prefeita de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Ele chamou o gabinete de “milionário” e revelou um custo anual de mais de R$ 3 milhões com salários de indicados políticos. Leia AQUI .

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura, através de seu coordenador Dario Panzenhagen, enviou nota e solicitou a publicação do texto. Leia abaixo.

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Prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, reduz número de CCs em 30%

Para atingir a prefeita de Novo Hamburgo, Fátima Daudt, o colunista Ianker Zimmer força na argumentação e esconde informações que estão no mesmo Portal da Transparência que ele utiliza como fonte para se fazer notar. Está lá, como ele deve ter conferido mas escondeu, porque iria derrubar o viés de seu texto previamente combinado: em maio de 2016 (mesma época em relação à atual gestão, com três anos e cinco meses de mandato) o Gabinete do Prefeito tinha exatos 65 CC’s. Mas chegou a ter 70 em vários momentos da gestão anterior.

O número de CCs, como prometido na campanha de 2016 pela prefeita Fátima Daudt, caiu em mais de 30% a partir de 2017 para cerca de 40 e assim permanece reduzido.

A economia anual chega a aproximadamente R$ 6 milhões. Informação que o colunista jamais publicaria, pois não faz parte de seu propósito reconhecer as qualidades da atual gestão.

Aliás, forçar na argumentação utilizando cargos de Defesa Civil como se fosse algo negativo é beirar a indecência, para não dizer completo desprezo para um serviço tão essencial e que já salvou inúmeras vidas não somente em Novo Hamburgo. A vinculação deste serviço ao Gabinete do Executivo é estru-tura comum a todas as administrações públicas.

Outra informação omitida pelo colunista Ianker Zimmer para sustentar seu viés torto é o fato de que a prefeita Fátima Daudt está doando 50% do seu salário para ser aplicado no combate ao coronavírus na cidade. Aliás, combate este cujas ações vêm sendo reconhecidas em todo o Estado como modelo de enfrentamento à pandemia.

Críticas são fundamentais para o crescimento e qualificação dos serviços. Mas forçá-las com argumentações que não se sustentam e só prestam para agradar a oposição perdem seu valor moral. E acabam também perdendo sua serventia como crítica. Não são mais críticas, são apenas o desespero de quem quer se fazer notar por aqueles que são oposição pelo simples fato de ser oposição.

Afinal, que valor tem a oposição cega?

Dario Panzenhagen
Diretor de Comunicação
Prefeitura de Novo Hamburgo

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