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A crise foi gerada pelo Estado, não pelo mercado livre – por Guilherme Macalossi

O contexto social que vivemos em meio a pandemia de coronavírus levou os oportunistas keynesianos a saírem das tocas ideológicas onde haviam se escondido depois de destruir as finanças nacionais durante o governo de Dilma.

Agora eles ressurgem bancando os salvadores da pátria ao comemorar o incremento de gastos públicos como solução para os enormes problemas advindos da paralisação da economia.

Os falsos profetas da economia anunciam o triunfo do estatismo e o enterro definitivo do liberalismo e do mercado livre, que seriam incapazes de dar resposta ao desafio de se reerguer a atividade produtiva depois das quarentenas.

O que se escamoteia, entretanto, é o óbvio.

Não foi o mercado que entrou em curto circuito, muito menos seus agentes que deixaram de consumir ou ofertar insumos, produtos e serviços.

A economia não deixou de funcionar por decisão da chamada “mão invisível”, para ficar com a expressão consagrada por Adam Smith, e sim pela mão visível dos governantes que assinaram decretos restringindo a indústria, o comércio e o serviço.

E aqui é importante destacar: uma coisa é a necessidade ou não de restrições sociais como forma de achatar a curva de contágio de uma doença nova, sem cura e cujo comportamento é pouco conhecido, e outra coisa é atribuir de forma oportunista a responsabilidade dos efeitos de uma paralisação aos agentes que foram forçados a parar.

Dito de outra forma: a quarentena (boa ou ruim) foi uma escolha imposta pelo Estado, não pela iniciativa privada.

De modo que os múltiplos prejuízos acumulados ao longo do período de paralisação, bem como as demissões e a inadimplência de contas, surgem como consequência das ações intervencionistas dos governantes. Os incentivos financeiros que terão de ser desembolsados pelo Estado para estimular a retomada dos negócios não passam de indenizações insuficientes que serão pagas aos empresários e trabalhadores.

O que essa situação prova, ao contrário do que dizem os estatistas, é a necessidade da economia girando como única fonte de geração de riqueza para sociedade.

Mais do que nunca, precisamos da economia livre para prosperar.

E quando isso tudo passar, as reformas liberais, agora mais do que nunca, é que se farão necessárias para atenuar os efeitos do alto endividamento que Estado contratou para sair da crise que pariu.

Voltem para as tocas, keynesianos!

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