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770 mortes em um dia nos EUA. Trump fala em “duas semanas dolorosas”

No pior dia em número de baixas desde que a pandemia do coronavírus se instalou nos Estados Unidos, 770 pessoas perderam a vida por causa da doença.

No fim de tarde na Casa Branca o presidente Donald Trump disse que a nação vai enfrentar duas semanas “muito duras” e “dolorosas”.

“Quero que todo americano esteja preparado para os dias difíceis que virão pela frente. Vamos passar por duas semanas muito difíceis”, afirmou, dizendo esperar que o país veja alguma “luz no fim do túnel”.

“E então, esperançosamente, como os especialistas estão prevendo, como eu acho que muitos de nós estão prevendo, depois de estudá-lo com tanta força, começaremos a ver alguma luz real no fim do túnel, mas isso vai ser muito doloroso, muito, duas semanas dolorosas”, disse Trump.

Já o imunologista Anthony Fauci, o diretor do Instituto de Doenças Infecciosas dos EUA, disse esperar um aumento contínuo dos casos de contaminados nos próximos dias. “Mas isso não deve nos desanimar”.

Ele assegura que “as medidas de contenção já estão funcionando e funcionarão”.

Trump definiu 30 de abril a data para que os americanos voltem à vida normal, mas na Casa Branca, a equipe que analisa os números e assessora o presidente pode sugerir uma nova data.

Hoje, também o governador da Califórnia, Gavin Newsom, disse que o pico de internações hospitalares causadas pelo novo coronavírus deve ocorrer na metade de maio.

Ele prevê a necessidade de 50 mil leitos, sendo 10 mil de UTI.

 

 

 

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