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400 jornalistas foram assassinados em 5 anos

Foram registrados 400 assassinatos de jornalistas ao redor do mundo só por realizarem seu trabalho, de 2016 a 2020, de acordo com o relatório “Ameaças que silenciam: tendência na segurança de jornalistas”, publicado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

O número representa uma queda de 20% em relação ao período anterior (2011 a 2015), mas as violências não letais contra profissionais da imprensa, no entanto, cresceram. “É um dado positivo, é claro, mas ainda assim são 400 assassinatos. É demais, é um absurdo”, afirmou Guilherme Canela, chefe global de Liberdade de Expressão e Segurança de Jornalistas da Unesco, ao portal Poder 360.

No Brasil, foram 14 profissionais mortos por realizarem seu trabalho –pior situação entre os países da América do Sul. Já o país com mais assassinatos foi o México, com 61. “Há uma transferência no número de mortes de jornalistas em locais com conflitos armados para aqueles fora das zonas de confronto”, afirma Canela. “É muito preocupante que o maior número de jornalistas assassinados seja em coberturas locais”.

(Equipe do site)

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