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10 tendências para Infraestrutura e Operações em 2020

O Gartner Group elencou as 10 principais tendências para a infraestrutura digital e operações que irão impactar as empresas em 2020. Segundo o levantamento, a principal dica é programar-se, porque muitas das tendências ainda não possuem consequências visíveis no dia-a-dia atual.

1. Repensar a Estratégia de Automação

Para a Gartner, muitas companhias estão internalizando a automação em algum nível, chegando, em alguns casos, até a reorientação das equipes para tarefas de maior valor, gerando uma maturidade da automação. No entanto, os investimentos em automação geralmente são feitos sem uma estratégia ampla em mente. Sem isso, a duplicação de funções e a incidência de custos ocultos pode ser rotineira.

2. TI híbrida em oposição à confiança na Recuperação de Desastres

Importante ferramenta para prevenir os desastres e alterar a forma de recuperação. Muitos dos planos de recuperação ainda consideram sistemas tradicionais, mas a tecnologia estando hoje em muitos lugares, como Nuvem, Colocation, Data Centers e outros obriga uma revisão disso considerando as novas infraestruturas híbridas.

3. Ampliando a agilidade DevOps

A alta demanda de plataformas compartilhadas faz com que as empresas foquem ações em ampliar o DevOps. Essas ações são necessárias para encontrar uma abordagem eficiente. Embora as equipes de Produto Individuais geralmente dominem as práticas de DevOps, começam a surgir restrições quando as organizações tentam escalar o número de equipes de DevOps.

4. A infraestrutura está em toda parte – seus dados também

O planejamento de como o crescimento explosivo de dados será gerenciado se torna vital, à medida que a Inteligência Artificial e a Machine Learning estiverem em expansão. Aliado a isso, a presença em todo lugar da infraestrutura digital, com coleta e necessidade de processamento de dados, fará com que até 2022, 60% das infraestruturas corporativas de TI estejam em centros de dados, ao invés dos tradicionais Data Centers.

5. O impacto esmagador do Internet das Coisas (IoT)

Discutir e prever ações iniciais no planejamento da Internet das Coisas é uma das principais dicas, já que a tecnologia ainda precisa de muitas considerações a serem feitas e é provável que poucos fornecedores ofereçam uma solução completa de ponta a ponta. Esse planejamento evitará muitos problemas em efeito cascata.

6. Nuvem distribuída

Serviço definido como a distribuição de Nuvem Pública para diferentes locais físicos, os provedores da Nuvem distribuída precisarão considerar responsabilidades como operação, governança, atualizações e evolução. Por conta disso, o acompanhamento dos setores de infraestrutura e operação digital precisa ser intenso para garantir a boa operação do serviço.

7. Experiência imersiva

Os clientes estão em busca de novos padrões e experiências e os desafios para quem oferece isso estão mais altos do que nunca. Com isso, a importância de prever modelos atrativos que tenham valores agregados são essenciais e já se tornaram, junto com respostas eficientes e tempo de inatividade zero, expectativas básicas dos clientes. Uma simples experiência ruim de um cliente pode afetar potencialmente a reputação da empresa, ao invés de apenas a confiança de um cliente.

8. A democratização da TI

A Low Code é uma abordagem de amadurecimento visual para o desenvolvimento de aplicações que está se tornando cada vez mais atraente para as equipes de negócios. Ela permite que desenvolvedores com variados níveis de experiência criem aplicações para Web e dispositivos móveis com pouca ou nenhuma experiência em codificação, impulsionando amplamente um modelo de “autoatendimento” para equipes de negócios, em vez de recorrer à central de TI para um plano de projeto formal. Assim, é inevitável a presença dos líderes de infraestrutura e operações digitais para organização geral desse espaço e evitar problemas futuros.

9. Networking – O que vem a seguir?

As equipes de TI, em muitos casos, se destacam pelo fornecimento de redes altamente disponíveis. Ao mesmo tempo, é difícil para as áreas de infraestrutura e operação acompanharem o ritmo dessas mudanças. Por conta disso, para evitar um desaceleramento o necessário é uma mudança de cultura neste ano para a busca de soluções, uma vez que o investimento em novas tecnologias de rede é apenas parte das respostas.

10. Gerenciamento de Infraestrutura Digital Híbrida (HDIM)

Junto com a entrada em ação das realidades de infraestrutura digitais híbridas, a escala e complexidade de gerencia-las se tornam uma questão central para os líderes de TI. As organizações deveriam investigar o conceito de HDIM, que visa solucionar os principais problemas de gerenciamento em uma estrutura híbrida. Por ser uma área emergente, é preciso desconfiar de fornecedores que ofereçam uma solução única para todos os problemas de gerenciamento híbrido.

(Equipe do site)

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